A Administração de Desenvolvimento Rural (diretor Lee Seung-don) apresentou diretrizes para a gestão pós-colheita de culturas medicinais, a fim de garantir a qualidade e segurança desses produtos, bem como manter seus componentes farmacológicos de maneira estável. Os componentes farmacológicos das culturas medicinais começam a mudar imediatamente após a colheita, por isso é recomendável lavá-los, secá-los e selecioná-los rapidamente.
Para a limpeza, deve-se usar água limpa e clara para remover as impurezas, mas o tempo de lavagem não deve ser muito longo para evitar que os componentes solúveis se dissolvam na água. Após a limpeza, é importante secar bem as culturas para evitar a proliferação de microrganismos em ambientes úmidos. Quanto à secagem, é um processo crucial para determinar a qualidade dos produtos medicinais. Deve-se garantir um fluxo de ar adequado e evitar a exposição direta ao sol para prevenir a degradação.
Durante o armazenamento, devem ser utilizados materiais de embalagem limpos e seguros, e adicionar dessecantes como gel de sílica para prevenir a umidade e a degradação. Culturas com alto teor de umidade, como gengibre fresco, tâmaras e goji, requerem atenção especial, pois podem gerar calor próprio se a temperatura aumentar. É importante ventilar frequentemente os armazéns para evitar a atividade de microrganismos que causam a decomposição.
O armazenamento a frio deve ser prolongado tanto quanto possível e manter a temperatura o mais baixa possível. Ervas em pó ou cortadas em pequenos pedaços têm uma maior superfície de contato com o ar, por isso não se recomenda o armazenamento a longo prazo. Segundo Ma Kyung-ho, chefe do Departamento de Culturas Especiais do Instituto Nacional de Ciências Hortícolas e Especiais, a gestão sistemática da qualidade desde a seleção de variedades até o armazenamento é crucial para a industrialização estável das culturas medicinais.